Other - 66 th Tour of Portugal [live on rtp international]

Discussion in 'Portugal' started by Frank Cunha, Jul 26, 2004.

  1. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
  2. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
  3. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    Jose Azevedo jump 123 places in the UCI standings

    OCUPA AGORA A 94ª POSIÇÃO
    Azevedo sobe 123 lugares no 'ranking' UCI

    O português José Azevedo, que domingo terminou a Volta à França em quinto lugar, subiu do 217º para o 94º posto do "ranking" da União Ciclista Internacional (UCI), que hoje foi divulgado.

    A boa prestação do ciclista da US Postal no Tour permitiu-lhe consolidar o estatuto de português com melhor classificação no ranking, que passou a ser novamente liderado pelo alemão Erik Zabel (T-Mobile), que subiu um lugar e destronou o italiano Alessandro Petacchi (Fassa Bortolo).

    Petacchi é agora quarto classificado, dois postos acima do norte-americano Lance Armstrong (US Postal), que domingo se sagrou hexacampeão do Tour, o que lhe permitiu subir uma posição.

    O melhor ciclista de uma equipa portuguesa, com o 92º posto e uma subida de 12 lugares, é o espanhol Angel Edo, da Milaneza-Maia, enquanto o português Cândido Barbosa, da LA Pecol, desceu um posição e é o 139º do "ranking".

    O vencedor da Volta a Portugal em 2003, o português Nuno Ribeiro, também da LA Pecol, caiu 11 posições, do 141º para o 152º lugar, enquanto o espanhol Txema del Olmo, da Milaneza-Maia, apenas perdeu um posto, ocupando agora a 185ª posição da tabela.

    Classificação do "ranking" da UCI, a 25 Julho:

    1. Erik Zabel, Ale (T-Mobile) 2181 pontos
    2. Paolo Bettini, Ita (Quick Step) 2079
    3. Davide Rebellin, Ita (Gerolsteiner) 1978
    4. Alessandro Petacchi, Ita (Fassa Bortolo) 1863
    5. Alejandro Valverde, Esp (Kelme) 1807
    6. Lance Armstrong, EUA (US Postal) 1717
    7. Damiano Cunego, Ita (Saeco) 1604
    8. Tom Boonen, Bel (Quick Step) 1508
    9. Danilo Di Luca, Ita (Saeco) 1429
    10. Miguel A. Perdiguero, Esp (Saunier Duval)1374
    11. Robbie McEwen, Aus (Lotto) 1371
    12. Jan Ullrich, Ale (T-Mobile) 1358
    13. Michael Boogerd, Hol (Rabobank) 1338
    14. Jens Voigt, Ale (CSC) 1332
    15. Ivan Basso, Ita (CSC) 307
    ...
    92. Angel Edo, Esp (Milaneza-Maia) 492
    94. JOSÉ AZEVEDO, POR (US Postal) 486
    139. Cândido Barbosa, POR (LA Pecol) 363
    152. Nuno Ribeiro, POR (US Postal) 331
    185. Txema del Olmo, Esp (Milaneza-Maia) 284
     
  4. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    good news, Italiand Dario Frigo to compete in the Portuguese Tour, ex Maia Milaneza Fabian Jenker will be out
    Pettachi, Italian the best sprinter in the world will also be in Portugal


    Dario Frigo participa na Volta a Portugal
    O italiano Dario Frigo, da equipa Fassa Bortolo, vai participar na Volta a Portugal em bicicleta, foi anunciado hoje pela organização da prova que se inicia quinta-feira.




    Por outro lado, há a confirmar que uma das grandes ausências é a do suíço Fabian Jeker (Saunier Duval), vencedor da prova portuguesa em 2001 ao serviço da Milaneza-Maia.

    O também italiano Pettachi, considerado o melhor «sprinter» da actualidade, marcará presença no arranque para a terceira etapa, na Batalha.

    Outro dos nomes hoje anunciados pela organização da Volta a Portugal é o do lituano Romans Vainsteins, da Lampre, antigo campeão do mundo de estrada.

    O pelotão definitivo da 66.ª Volta a Portugal será apresentado na quarta-feira.
     
  5. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
  6. moacir

    moacir New Member

    Feb 16, 1999
    Figueira da Foz, PT
    I'll check the 9th Etapa from Figueira da FOz to Alcobaça.
     
  7. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    are you having fun? you got it made, leaving on a beautiful city by the beach, :)
     
  8. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
  9. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    Fabian Jenker a Swiss, the winner of the portuguese Tour in 2002 his questionable, Beloki a ex teamate of Azevedo just change teams

    Maia Milaneza going with a whole mountain team, by dropping the popular Spanish rider a sprinter Angel Ado


    BELOKI TAMBÉM NÃO DEVE INTEGRAR EQUIPA DA SAUNIER
    Volta a Portugal: Jeker em dúvida

    O vencedor da Volta a Portugal de 2002, o suíço Fabian Jeker, está em dúvida para a Volta a Portugal, que arranca na próxima quinta-feira, nas Termas de Monfortinho, terminando dia 8 de Agosto, em Sintra. O ex-ciclista da Maia disse ao nosso jornal que está doente, com febre e gripe, e não se treina há dois dias. "Não sei se recuperarei a tempo de ir à Volta. Sinto-me mal, sem forças, com muita febre", explicou Jeker, agora ciclista da Saunier Duval.

    Quem também não deverá estar presente na prova máxima do calendário luso é Joseba Beloki, que hoje é apresentado oficialmente como ciclista da Saunier Duval. O corredor basco deverá fazer a estreia com a nova camisola no fim-de-semana, mas em Espanha, no Circuito de Getxo, ou então, na Volta a Burgos.

    Maia sem Angel Edo

    A Maia já definiu a equipa para a Volta, deixando de fora Angel Edo. Para Manuel Zeferino, o objectivo é lutar pela vitória final, em detrimento dos triunfos nas etapas ao "sprint". A Maia alinhará com David Bernabéu, Rui Sousa, Rui Lavarinhas, Andrei Zintchenko, Pedro Cardoso, Renato Silva, Paulo Barroso, e Txema del Olmo.

    Autor: ANA PAULA MARQUES
    Data: Terca-Feira, 27 de Julho de 2004 08:59:00
     
  10. moacir

    moacir New Member

    Feb 16, 1999
    Figueira da Foz, PT
    I checked the official site and they will come from Figueira to Buarcos turn around at the Rotunda dos Caras Direitas and then go straight to Montemor-o-Velho.

    Os Caras Direitas are less than 10 min walking from my house, and another 10 min from where I work.
     
  11. marco goncalves

    marco goncalves New Member

    Apr 29, 2002
    Boston
    Im not a big fan of cycling,unless of course a Portuguese cyclist is involved ,like JOSE AZEVEDO,but 1 thing i remember well ,as the day that JOAQUIM AGOSTINHO dies,i can still see his face crossing the finish line in pain,only to die in the hospital sometime after....

    That was a very sad day ,in all of Portugal..Azores and Madeira...
     
  12. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    you got a better memory then me, I didn't remember him finish the stage, I know he died later in the hospital, Cycling been kind of dead, besides Acacio Silva, Jose Azevedo, its been only the Volta a Portugal, with Rtp international broadcast the races live these season I hope some of this young men and ladies can starter to follow cycling
     
  13. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    It the late 60's was Eusebio, Amalia and Joaquim Agostinho, later was Carlos Lopes, and Rosa Mota

    Joaquim Agostinho

    cyclist Joaquim Agostinho died 20 years ago in the Algarve stage when a dog was crossing the road

    he was the best ever for Portugal

    1969 finish 8th in the Tour of France
    1970 wins the Portuguese Tour
    1971 wins the Portuguese Tour / 5th place in the Tour of France
    1972 wins the Portuguese Tour/ 6th in the Tour of Spain/8th in the Tour of France
    1973 8th place in the Tour of France
    1974 6th place in the Tour of France
    1975 15 th place in the Tour of France
    1976 7th place in the Tour of Spain
    1977 13thplace in the Tour of France
    1978 3rd place in the Tour of France
    1979 3rd place in the Tour of France
    1980 5th place in the Tour of France
    1981 didn't finish the race
    1982 didn't race the Tour of France, because he couldn't get along with his teamates
    1983 11 the Tour of France
    1984 racing for the Sporting team on the 1st of May and leading the race he died when a dog cross's the road




    Joaquim Agostinho (1943-1994)


    - 1943: Joaquim Agostinho nasceu em Brejenjas (Torres Vedras) no dia 7 de Abril.
    - 1968: Fica em segundo lugar na Volta a Portugal, vence a Volta a São Paulo (Brasil) e sagra-se campeão nacional amador de fundo. Consegue ser 16.º na estreia no Campeonato Mundial.
    - 1969: Estreia-se na Volta a França com um fantástico oitavo lugar (duas vitórias em etapas), sagra-se campeão de Portugal, vence o prestigiado Troféu Baracchi (Itália) e é segundo na Volta ao Luxemburgo. Na Volta a Portugal, ganha, mas é desclassificado, depois de um controlo antidoping positivo. No Campeonato do Mundo fica com um 15.º lugar.
    - 1970: Ganha a Volta a Portugal e é campeão nacional de fundo, fica em 14.º no Tour.
    - 1971: Ganha a Volta a Portugal, sagra-se campeão nacional de fundo e de perseguição, faz um quinto lugar na Volta a França, quarto na escalada de Montjuich (Barcelona, Espanha) e ganha o Grande Prémio Internacional de Sintra.
    - 1972: Ganha a Volta a Portugal. sagra-se campeão de Portugal de fundo. Na Volta a França é novamente oitavo (ganha uma etapa) e faz o quinto lugar na Volta à Suíça.
    - 1973: Campeão nacional de fundo, oitavo lugar na Volta a França (mais uma vitória de etapa), sexto lugar na Volta a Espanha.
    - 1974: Sexto lugar na Volta a França, segundo lugar na Volta a Espanha (onde ganha duas etapas, embora muitos lhe tributem a vitória final, dado o tempo obtido no último contra-relógio ter sido alterado, «proporcionando» a vitória do espanhol José Manuel Fuente. Ganha ainda o circuito de Torres Vedras (que mais tarde viria a receber o seu nome).
    - 1975: Vencedor do Grande Prémio Clock (em Portugal), 15.º na Volta a França.
    - 1976: Sétimo lugar na Volta a Espanha (onde ganha uma etapa), terceiro na Volta ao País Basco.
    - 1977: Obtém o 13.º lugar na Volta a França e ganha mais uma etapa na grande prova do ciclismo mundial.
    - 1978: Alcança o 3.º lugar na Volta a França e sobe, pela primeira vez, ao pódio dos Campos Elísios.
    - 1979: Repete o pódio na Volta a França (3.º lugar) e ganha a etapa-rainha da prova, a mítica subida ao Alpe D'Huez .
    - 1980: Faz um quinto lugar na Volta a França e é terceiro classificado na clássica Dauphiné Liberé.
    - 1981: Terceiro lugar no Dauphiné Liberé (desiste na Volta a França).
    - 1982: Não participa na Volta a França, por desentendimento com a sua equipa.
    - 1983: É 11.º classificado, de regresso ao Tour de France, naquela que será a sua última participação.
    - 1984: Regressa a Portugal, para liderar a nova equipa do Sporting. No dia 1 de Maio, no final de uma etapa da Volta ao Algarve (que liderava, envergando a camisola amarela), sofre uma queda. Algum tempo depois é transportado de ambulância para Lisboa, onde é operado. Acaba por falecer no dia 10 de Maio.
     
  14. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
  15. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    I don't agree with this ex cyclists Gamito, Joaquim Gomes, and Orlando Rodrigues

    my favorites are once again the youth Nuno Ribeiro because his a all around cyclist like Azevedo , his brother law Candido Barbosa a sprinter his not that good in the mountains, otherwise would be one of the best in the world, Paulinho was a rookie last season one a bronze medal in the world championships a couple years ago in Lisbon, also like Rui Sousa [Maia] if his health once again

    ANTIGOS VENCEDORES UNÂNIMES QUANTO A CÂNDIDO BARBOSA
    Volta a Portugal: Portugueses favoritos na corrida...possível

    Juntos contabilizam cinco vitórias na Volta a Portugal. Mas, quando a 66ª edição da prova arrancar hoje, em Idanha-a-Nova, com a apresentação das equipas, Joaquim Gomes, Orlando Rodrigues e Vítor Gamito serão apenas “observadores”.

    Com o abandono forçado de Gamito, este ano, o pelotão nacional perdeu um dos últimos baluartes de uma geração marcante, da qual Gomes (despediu-se em 2002) e Orlando (abandonou em 2003) também foram expoentes. Outros tempos, de boa memória para o ciclismo português, que segundo opinião comum dos três antigos vencedores pode repetir com um novo triunfo o sucesso de Nuno Ribeiro em 2003. Cândido Barbosa merece unanimidade quanto a uma possível candidatura. “É um corredor completo e quem pretender ganhar a Volta não poderá arrecadar tempo apenas nas chegadas em alto”, diz Joaquim Gomes, vencedor da Volta em 1989 e 1993 e actual director-técnico da PAD. Gamito (triunfou em 2002) reforça esta perspectiva com um facto: “A subida à Torre é menos selectiva, já que se faz por Manteigas e não pela Covilhã. O Cândido poderá defender-se melhor.”

    Espectáculo

    Com a redução para dez etapas, só Gomes, salvaguardando a tristeza como adepto, consegue amenizar os prejuízos para o espectáculo. Neste domínio fica a sensação de que será a Volta possível. Como refere Orlando (primeiro em 1994 e 1995), a opção de reduzir é tanto mais discutível quanto é certo que “nos próximos anos a tendência será que o ciclismo nacional se afaste cada vez mais da Europa.”

    3 Perguntas a...

    1 - Estão reunidas condições para que seja um português a ganhar a Volta a Portugal?

    2 - Concorda com a redução para dez dias de prova ou, por outro lado, defende que a Volta deveria adaptar-se a um formato de duas semanas?

    3 - Qual considera ser o maior problema de fundo do ciclismo português?

    Joaquim Gomes

    1 - Há condições iguais a 2003. O Nuno Ribeiro merece o título de favorito, o Sérgio Paulinho está mais apto a encarar a possibilidade de vencer e, numa segunda linha, pode surgir o Cândido Barbosa.

    2 - A redução é difícil de aceitar para quem estava habituado a quase um mês de Volta mas julgo tratar-se do rumo certo.

    3 - Parece-me que o ciclismo português tem vivido em demasia da história como se isso fosse garante para o seu futuro.

    Orlando Rodrigues

    1 - Talvez este ano seja mais difícil. Mas o Nuno Ribeiro é candidato, tenho uma enorme expectativa para ver a prova do Sérgio Paulinho e a Maia possui dois ou três ciclistas capazes de vencer.

    2 - O antigo formato serviria melhor interesses de espectáculo, equipas e público Gostamos de festa e dez dias é pouco.

    3 - Alguma falta de iniciativa. Vejo o ciclismo português algo apagado e as pessoas desmotivadas.

    Vítor Gamito

    1 - Grande percentagem do favoritismo é portuguesa. Além do Nuno Ribeiro, do Rui Sousa ou do Sérgio Paulinho, o Cândido pode ter uma palavra a dizer.

    2 - Estou do lado dos mais tradicionalistas. Neste formato, deixa de ser a Volta e passa a ser “meia Volta”.

    3 - O fraco apoio das entidades competentes, nomeadamente na formação de equipas amadoras. Já senti isso, fui obrigado a desistir de um projecto nos Sub-23.

    Autor: VÍTOR ALMEIDA GONÇALVES e ANA PAULA MARQUES
    Data: Quarta-Feira, 28 de Julho de 2004 00:43:00
     
  16. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    Before Joaquim Agostinho was Alves Barbosa today at 72 he says, Jose Azevedo got nothing to proved in Portugal

    UM DOS ÍDOLOS DO NOSSO CICLISMO
    Alves Barbosa: «A Volta a Portugal nada diz a Azevedo»
    Aquele que foi um dos grandes ídolos do ciclismo português continua cheio de entusiasmo, em plena idade de reforma. Aos
    72 anos, é visto como um incómodo, um não alinhado do sistema e isso dá-lhe imenso prazer

    RECORD – Agora, mais a frio, o quinto lugar do José Azevedo foi mesmo uma surpresa?
    ALVES BARBOSA – Felizmente, conheço bem a carreira do José Azevedo e sei como foi feita a sua iniciação ao ciclismo.
    Conheço o pai dele, a sua família e há um grande respeito.
    Devo também dizer que a sua passagem para a US Postal não me surpreendeu, foi aí que ele cresceu como corredor, depois de em Portugal, numa determinada fase da sua carreira, haver alguns pontos de interrogação. O José Azevedo teve várias quebras e deu a entender que ficaria por ali, embora eu soubesse que ele no estrangeiro seria outro corredor.

    RECORD – Faltava-lhe ambição para ser melhor?
    ALVES BARBOSA – Os ciclistas que têm valor sabem que não é cá em Portugal que evoluem. O José Azevedo quando foi correr para a ONCE saiu na melhor altura. Ele foi desempenhar o papel de operário na equipa do Beloki, soube assumir essa responsabilidade, começou a criar capacidade de respostas para as exigências e toda a equipa foi mobilizada, a tal ponto que quando o Beloki caiu, o Zé ficou ao lado dele como ordenança. E isso não passou despercebido ao Lance Armstrong. Quando o Roberto Heras saiu da equipa, o Lance Armstrong não se enganou na escolha. Ele foi o primeiro a ir buscar o José Azevedo.

    RECORD – Qual é a percentagem que cabe ao José Azevedo na sexta vitória do Lance Armstrong no Tour?
    ALVES BARBOSA – É uma grande percentagem, sem dúvida alguma. Mas aqui terei também de incluir toda a restante equipa do Lance Armstrong, que no fundo é o general das tropas. O José Azevedo funcionou como seu coronel e os outros foram os sargentos. O Armstrong reservava para o Azevedo a tarefa final, enquanto os outros assumiam a cadência da corrida até perto do fim. E a confiança no Azevedo foi tal que ele tinha que saber aguentar o ritmo dos outros e depois levar o Lance Armstrong. Numa linguagem militar diria que o Azevedo abria o fogo com morteiros de todos os lados, para a seguir entrar aquela tropa especial, que se chama Lance Armstrong.

    RECORD – Acha que o José Azevedo tem o perfil certo para um dia ser o chefe-de-fila de uma equipa na Volta a França e poder lutar pela vitória?
    ALVES BARBOSA – Transformar o José Azevedo num chefe-de-fila para ganhar ou ser candidato à vitória na Volta a França, sem querer beliscar o seu valor, é algo complicado, em função de outros corredores como o Lance Armstrong. Se lhe pedirem para fazer isso na Volta a Itália ou na Volta a Espanha, que é complicada, ele terá mais hipóteses. E até do ponto de vista psicológico é complicado administrar a corrida. O Lance Armstrong sabe gerir com superioridade a sua corrida no Tour, porque tem a noção perfeita de que tem um exército muito forte. E esta sexta vitória do Armstrong é também o triunfo de uma preparação informática.

    RECORD – O Azevedo também melhorou imenso...
    ALVES BARBOSA – Essa é outra verdade. O Azevedo ao integrar a equipa do Armstrong teve uma extraordinária melhoria na sua preparação física e técnica, nomeadamente no período em que o Armstrong estava a preparar a sua própria equipa. O José Azevedo está bem melhor este ano do que em 2003 por estar a beneficiar de outros métodos de treino. E também por ter corrido menos antes do Tour, onde despejou as suas energias.

    RECORD – Considera que faz falta ao palmarés do José Azevedo uma vitória na Volta a Portugal e acha que isso é possivel de concretizar por ele estar na equipa do Armstrong?
    ALVES BARBOSA – Os corredores depois de saberem o que é andar no estrangeiro a participar nas grandes corridas por etapas, se forem sinceros, dizem que a Volta a Portugal não lhes acrescenta nada. Ao José Azevedo acontece a mesma coisa. Uma vitória na Volta a Portugal já não lhe diz rigorosamente nada. Mais: como hoje está a Volta diria que isso só serve os interesses das equipas estrangeiras. A Volta perdeu, desde há muitos anos, as suas características genuínas, de ser uma corrida de 15 dias que ia a todo o lado, de terra em terra. Hoje o ciclismo português está colonizado pelo ciclismo espanhol e poucos são os valores que despontam. Em relação ao José Azevedo, acredito que ele um dia possa dizer "não hei-de morrer sem um dia ganhar a Volta" e para que isso aconteça basta organizar o seu calendário competitivo e mover as suas influências para poder vir correr a Volta a Portugal. Com toda a antecedência isso é possível de se materializar. Eu, em 1958, fiz a Volta a Espanha, o Tour e a Volta a Portugal, que ganhei. O José Azevedo melhorou imenso a sua capacidade física e uma Volta a Portugal consome muito menos energias do que um Tour.

    RECORD – Em relação à Volta a Portugal, ela só faz sentido se tiver mesmo os 15 dias?
    ALVES BARBOSA – A Volta a Portugal é a festa do ciclismo e os chamados "senhores doutores" preferem ter uma volta no calendário internacional em dez dias do que servir os interesses do ciclismo nacional. Não tenhamos ilusões de que somos um país pobre e em minha opinião penso que a melhor solução – e já estão a chamar-me nomes – seria ter duas Voltas. Uma que estivesse no calendário da UCI em 10 dias e que poderia ser o Prémio Internacional de Portugal com alguns dos melhores ciclistas do Mundo e depois a grande festa que é a Volta a Portugal, indo a muitos locais conservando a tradição de anos e anos. Até vou mais longe. Estaria de acordo para que se transformasse uma prova no tal Prémio Internacional de Portugal, desde que se garantisse a "compra" da prova pela publicidade e com transmissão televisiva. Aliás, acho que há mercado para isso, pois antes também não se fazia a Volta a Portugal do Futuro? E, vendo bem as coisas, todas as equipas portuguesas competem entre si ao longo do ano. Não têm outra coisa para fazer...

    «Agostinho ainda é o melhor»

    RECORD – Quem é o melhor ciclista português de sempre?
    ALVES BARBOSA – Uma coisa é a admiração que uma pessoa tem por um corredor e outra são os resultados. E não é por eu ter vivido mais de perto a carreira do Joaquim Agostinho que o considero o melhor. Só o facto de ele ter corrido o Tour 13 vezes, ter sido terceiro em duas ocasiões, ter ganho uma etapa em Alpe d' Huez, ter conquistado três Voltas a Portugal, para já não falar daquelas que perdeu por “doping”, além de todos os títulos de campeão, o Agostinho ainda é para mim aquele que pode ser considerado o melhor de sempre, isto sem querer, contudo, retirar qualquer mérito e valor àquilo que o José Azevedo tem feito. O Agostinho nasceu tarde para o ciclismo, aos 25 anos, enquanto o Azevedo começou muito cedo e foi muito bem preparado física e tecnicamente pelo seu pai. Há estas diferenças e só quem anda lá por fora é que pode ter a noção da comparação dos parâmetros de avaliação nestas situações.

    «Merckx fez coisas monumentais»

    RECORD – Mantém também a opinião de que Eddy Merckx está acima de Lance Armstrong?
    ALVES BARBOSA – Para avaliar a carreira de um ciclista não posso circunscrever-me àquilo que ele faz na Volta a França. O Merckx foi para mim o maior de todos, de longe. E nem tem de dizer isso a alguém. Basta consultar os resultados, e tudo o que ele fez foi monumental. Foi campeão na pista, estrada, nas clássicas, ganhou todas as grandes corridas por etapas, foi recordista mundial da Hora em pista. Só lhe faltou o ciclocrosse... Hoje só um outro Merckx que fizesse o mesmo que ele e fosse campeão no ciclocrosse é que seria melhor.

    RECORD – E o Armstrong?
    ALVES BARBOSA – O Lance Armstrong teve o grande mérito de revolucionar o ciclismo com os seus métodos de treino. Revolucionou mentalidades e não há ninguém que o possa igualar na sua cadência infernal, contrariando todas as teorias. Ele é capaz de conseguir 120 pedaladas por minuto, pedalando sentado. Nem se ginga em cima do selim. É um revolucionário. E também já notei que o Azevedo também já alterou a sua maneira de correr, tem muito mais cadência.

    «Somos o Centro de Estágio do ciclismo espanhol»

    RECORD – O excesso dos ciclistas espanhóis em equipas portuguesas é um mal necessário?
    ALVES BARBOSA – Nós somos o Centro de Estágio do ciclismo espanhol. Disso ninguém tenha dúvidas. Os espanhóis vêm para cá rodar e depois são novamente recrutados pelas equipas, enquanto as nossas esperanças são a pouco e pouco reduzidas. Um dos maiores erros do nosso ciclismo tem a ver com o calendário, permitindo que os juniores corram ao lado dos Sub-23. É um disparate e apesar de haver muita gente na estrada, ao fim do primeiro ano "morrem" muitos ciclistas por falta de motivação. As equipas deveriam ter um máximo de dois ou três espanhóis, devendo privilegiar-se os portugueses.

    Autor: NORBERTO SANTOS
    Data: Quarta-Feira, 28 de Julho de 2004 01:06:00

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  17. marco goncalves

    marco goncalves New Member

    Apr 29, 2002
    Boston
    Oh boy your bringing goose bumps to me,who deosnt rmemegr CARLOS LOPES winning the silver medal in Montreal and than entering the colesium in LOS ANGELES in the 84 olympics to win the gold.That was just unbelievable.Rosa Mota another won of our greats,she won everything,i also remember fernada Ribeiro more recently,didnt she win a gold medal in BARCELONA ?Other names that come to my mind are AURORO CUNHA,and FERNADO MAMEDE....
     
  18. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    correct Fernanda Ribeiro won a gold medal, believe was in Atalanta, she will be in Athens Greece
     
  19. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    RTP international in 10 minutes will present all the teams the will participate in the 66th Tour of Portugal

    These year and to follow the UCI rules, will be one of the shortest

    EM ACÇÃO ENTRE AMANHÃ E 8 DE AGOSTO
    Volta a Portugal: 66ª edição da prova é a mais curta de sempre

    As emblemáticas chegadas à Senhora da Graça e à Torre, na Serra da Estrela, serão, juntamente com o contra-relógio final, os momentos decisivos da Volta a Portugal, que arranca quinta-feira nas Termas de Monfortinho e termina a 8 de Agosto em Sintra.

    Embora as emoções da 66ª edição se concentrem, como habitual, naquelas exigentes escaladas, uma na quarta etapa e a outra na oitava, há tiradas que prometem ser mais complicadas do que à partida podem parecer, num itinerário aparentemente menos duro do que no ano passado, com 21 contagens de montanha.

    Com um total de 1.507 quilómetros, percorridos sempre a Norte do Tejo, à excepção de uma passagem pela margem esquerda do rio no segundo dia, esta será a mais curta Volta da história e a de menor número de dias: 10 etapas, intercaladas por uma jornada de descanso.

    As primeiras três etapas poderão servir os interesses dos "sprinters", mas é necessário que as suas equipas tenham capacidade de resposta para as dificuldades que apresentam, uma vez que apenas a segunda tirada (Castelo Branco-Cartaxo, 187,7 km) oferece um percurso praticamente plano.

    No primeiro dia, a extensão da ligação entre as Termas de Monfortinho e Castelo Branco (190,6 km) e as duas contagens de montanha, uma das quais acima dos 1.000 metros, na Serra de Alvelos, à entrada do último terço da tirada, vão dificultar-lhes a tarefa.

    A terceira etapa, que ligará a Batalha a Viseu, será a mais longa da prova (209 km) e proporciona o regresso ao Alto do Caramulo, uma subida de segunda categoria, de 21 quilómetros, onde podem surgir emboscadas, embora a etapa seguinte talvez domine antecipadamente o pensamento dos ciclistas.

    Com 160,8 quilómetros e quatro contagens de montanha, a quarta etapa será um constante sobe e desce desde a saída de Viseu até se atingir o alto da Senhora da Graça (1ª categoria). Os 8,3 quilómetros de ascensão do Monte Farinha, com 7,6 por cento de inclinação média, farão a primeira grande selecção da Volta.

    De seguida, sem tempo para recuperar do desgaste da véspera, o pelotão enfrenta uma tirada que pode ser traiçoeira, entre Santo Tirso e Fafe (138,2 km). Apesar de ser o mais curto da Volta, o percurso desenhado na paisagem do Minho não oferece facilidades, pois atravessa as serras Amarela, do Gerês e da Cabreira, apresentando três contagens de montanha, a última das quais a 20 quilómetros da chegada. O acesso à meta, empedrado, também pode influir no desfecho.

    Se falharem aqui, os "sprinters" terão nova oportunidade na sexta etapa, entre Fafe e Santa Maria da Feira (146,6 km), na véspera do dia de descanso, que servirá para retemperar forças antes da ligação entre São João da Madeira e Gouveia (152,2 km), em que os últimos quilómetros, sempre a subir, e particularmente o troço final em "pavé", no interior da cidade, podem marcar novas diferenças, já no sopé da Serra da Estrela.

    Este será o cenário da etapa rainha, a oitava (143,4 km), que sairá do Fundão para terminar na Torre, o "tecto" de Portugal continental, a 1.990 metros de altitude, cuja subida foi classificada de categoria especial, para a diferenciar das demais. O seu grau de dificuldade e os obstáculos que a antecedem justificam-no.

    O ataque ao coração da Serra será feito pela localidade de São Romão, a partir da qual se enfrenta a subida de primeira categoria à Lagoa Comprida (10,9 km, a 6,9 por cento) e posteriormente a passagem nas Penhas Douradas, onde a corrida já deverá ser dominada por um grupo restrito.

    A vertiginosa descida para Manteigas não deverá permitir recolagens e os favoritos atacam a partir dali a escalada final. Apesar de esta vertente ser mais fácil do que a da Covilhã - este ano excluída da Volta -, os 18,4 quilómetros de subida, com um desnível médio de 6,3 por cento, serão altamente selectivos e prometem espectáculo.

    A fechar um dia esgotante, haverá uma longa neutralização entre a Serra da Estrela e a Figueira da Foz, ponto de partida para a nona e penúltima etapa (147,2 km), que conduzirá a caravana a Alcobaça, onde os "sprinters" a quem restam forças têm uma derradeira ocasião para brilhar.

    Se nada ficar decidido na Torre, o contra-relógio individual da décima etapa vai ditar a sua lei. Serão 31,3 quilómetros entre Oeiras e Sintra, vila que há dois anos consagrou Claus Moller, então ao serviço da Milaneza, num "crono" de desfecho dramático em que o espanhol Joan Horrach, depois de liderar desde a quinta etapa, perdeu a Volta para o companheiro de equipa por cinco segundos.

    As etapas

    29 Jul: 1ª etapa, Termas Monfortinho - Cast. Branco, 190,6 km

    30 Jul: 2ª etapa, Castelo Branco - Cartaxo, 187,7 km

    31 Jul: 3ª etapa, Batalha - Viseu, 209 km

    01 Ago: 4ª etapa, Viseu - Senhora da Graça, 160,8 km

    02 Ago: 5ª etapa, Santo Tirso - Fafe, 138,2 km

    03 Ago: 6ª etapa, Fafe - Santa Maria da Feira, 146,6 km

    05 Ago: 7ª etapa, São João da Madeira - Gouveia, 152,2 km

    06 Ago: 8ª etapa, Fundão - Torre, 143,4 km

    07 Ago: 9ª etapa, Figueira da Foz - Alcobaça, 147,2 km

    08 Ago: 10ª etapa, Oeiras - Sintra, 31,3 km (C/R individual)

    Data: Quarta-Feira, 28 de Julho de 2004 08:30:00
     
  20. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    Roster of the cyclists

    LISTA PROVISÓRIA DE INSCRITOS
    Volta a Portugal: Equipas participantes

    LA-Pecol (Por):
    1 - Nuno Ribeiro (Por), 2 - Cândido Barbosa (Por), 3 - David Garcia (Esp), 4 - Sérgio Paulinho (Por), 5 - David Arroyo (Esp), 6 - Yon Bru (Esp), 7 - Ruben Oarbeaskoa (Esp), 8 - Pedro Andrade (Por), 9 - Luís Pinheiro.

    Kelme (Esp):
    11 - David Blanco (Esp), 12 - Eladio Jimenez (Esp), 13 - Adolfo Garcia (Esp), 14 - José Cayetano Julia (Esp), 15 - Ivan Parra (Col), 16 - Carlos Zarate (Esp), 17 - Antonio Olmo (Esp), 18 - Javier Cherro (Esp), 19 - Carlos Garcia.

    Carvalhelhos-Boavista (Por):
    21 - Daniel Petrov (Bul), 22 - Adrian Palomares (Esp), 23 - Ezequiel Mosquera (Esp), 24 - André Vital (Por), 25 - José Rodrigues (Por), 26 - Alejandro Marques (Esp), 27 - Joaquim Sampaio (Por), 28 - Célio Sousa (Por), 28 - Pedro Soeiro.

    Lokomotiv (Rus):
    31 - Serguei Klimov (Rus), 32 - Pavel Brutt (Rus), 33 - Alexander Serov (Rus), 34 - Nikita Eskov (Rus), 35 - Mikhail Ignatiev (Rus), 36 - Nikolai Troussov (Rus), 37 - Anton Mindlin (Rus), 28 - Maxim Averin (Rus).

    Wurth-Bom Petisco (Por):
    41 - Joaquim Andrade (Por), 42 - Nelson Vitorino (Por), 43 - Nuno Marta (Por), 44 - Hugo Vítor (Por), 45 - Ricardo Costa (Por), 46 - Krassimir Vasilev (Bul), 47 - Vidal Fitas (Por), 48 - Hélder Miranda (Por), 49 - José Gimenez (Esp).

    Relax-Bodysol (Esp):
    51 - Gustavo Veloso (Esp), 52 - Gustavo Domínguez (Esp), 53 - José Miguel Elias (Esp), 54 - Hector Guerra (Esp), 55 - Julio Lopez (Esp), 56 - Ivan Mayoz (Esp), 57 - Luis Pasamontes (Esp), 58 - Luis Perez (Esp), 59 - Oscar Laguna (Esp).

    Saunier Duval-Prodir (Esp):
    61 - Rubens Bertogliati (Sui), 62 - Juan Gomis (Esp), 63 - David de la Fuente (Esp), 64 - Juan José Cobo (Esp), 65 - Timothy Jonson (EUA), 66 - Angel Gomez (Esp), 67 - Javier Gonzalez (Col), 68 - Alberto Loddo (Ita), 69 - Ruben Lobato (Esp).

    Barbot-Gaia (Por):
    71 - Rui Pinto (Por), 72 - Pedro Martins (Por), 73 - Nuno Alves (Por), 74 - Martin Garrido (Arg), 75 - Hugo Lúcio (Por), 76 - Carlos Pinho (Por), 77 - Xavier Tondo (Esp), 78 - Isidro Cerrato (Esp), 79 - Juan Olmo (Esp).

    Barloworld (Ita):
    81 - Stefan Adamsson (Sue), 82 - Francesco Bellotti (Ita), 83 - Enrico Degano (Ita), 84 - David George (Afs), 85 - Rodney Green (Afs), 86 - Andrea Moletta (Ita), 87 - Ivan Ravaioli (Ita), 88 - Antonio Salomone (Ita), 89 - Eddy Serri (Ita).

    Imoholding-Loulé (Por):
    91 - Ramon Troncoso (Esp), 92 - Fernando Jimenez (Esp), 93 - Marco Silvestre (Por), 94 - Rui Madeira (Por), 95 - Jorge Costa (Por), 96 - José Martinez (Esp), 97 - Ramon Zaragosa (Esp), 98 - Vicente Fernandez (Esp), 99 - Luis Medina (Esp).

    Beppi-Ovarense (Por):
    101 - Alexis Rodriguez (Esp), 102 - Luís Sarreira (Por), 103 - José Sousa (Por), 104 - José Oliveira (Por), 105 - Óscar Romero (Esp), 106 - Fernando Fernandez (Esp), 107 - Enrique Salgueiro (Esp), 108 - Miguel Tabanera (Esp), 109 - Pedro Hermida (Esp).

    Lampre (Ita):
    111 - José Manuel Garate (Esp), 112 - Wladimir Belli (Ita), 113 - Simoni Bertoletti (Ita), 114 - Alessandro Cortinovis (Ita), 115 - Manuel Quinziato (Ita), 116 - Jan Svorada (Che), 117 - Marco Pinotti (Ita), 118 - Romans Vainsteins (Lit), 119 - Matteo Carrara (Ita).

    Magres-Panaria (Ita):
    121 - Júlio Perez Cuapio (Mex), 122 - Paolo Tiralongo (Ita), 123 - Alejandro Borrajo (Arg), 124 - Paolo Lanfranchi (Ita), 125 - Sergy Matvayev (Ucr), 126 - Graeme Brown (Aus), 127 - Brett Lancaster (Aus), 128 - Ruben Bongiorno (Arg).

    Fassa Bortolo (Ita):
    131 - Francesco Chicchi (Ita), 132 - Thomas Danielson (EUA), 133 - Mauro Facci (Ita), 134 - Dário Frigo (Ita), 135 - Gustav Larsson (Sue), 136 - Alberto Ongarato (Ita), 137 - Fabio Sacchi (Ita), 138 - Julian Sanchez Pimienta (Esp).

    Milaneza-Maia (Por):
    141 - David Bernabéu (Esp), 142 - Rui Sousa (Por), 143 - Rui Lavarinhas (Por), 144 - Andrei Zintchenko (Rus), 145 - Pedro Cardoso (Por), 146 - Gonçalo Amorim (Por), 147 - Renato Silva (Por), 148 - Paulo Barroso (Por), 149 - Txema del Olmo (Esp).

    ASC-Vila do Conde (Por):
    151 - Victoriano Fernandez (Esp), 152 - Oscar Serrano (Esp), 153 - Cláudio Faria (Por), 154 - Pedro Costa (Por), 155 - Israel Nunez (Esp), 156 - Sérgio Ribeiro (Por), 157 - César Pinto (Por), 158 - Bruno Neves (Por), 159 - Carlos Carneiro (Por).

    Antarte-Rota dos Móveis (Por):
    161 - Virgílio Santos (Por), 162 - David Plaza (Esp), 163 - Alberto Benito (Esp), 164 - Francisco Garcia (Esp), 165 - Paulo Ferreira (Por), 166 - Jacek Morajko (Pol), 167 - Gerardo Fernandez (Arg), 168 - Fernando Sousa (Por), 169 - César Quitério (Por).

    Hoop CCC-Polsat (Pol):
    171 - Alexei Markov (Rus), 172 - Quintino Rodrigues (Por), 173 - Seweryn Kohut (Pol), 174 - Slawomir Kohut (Pol), 175 - Piotr Przydzial (Pol), 176 - Radoslaw Romanik (Pol), 177 - Plamen Stoyanov (Bul), 178 - Alexei Sivakov (Rus).

    Data: Quarta-Feira, 28 de Julho de 2004 08:15:00
     
  21. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    rtp 1 and rtp international will have the final two hours live
    starting today at 9:10 am/New York time

    EM GRANDE DESTAQUE NA TELEVISÃO
    Volta a Portugal: Directos na RTP1

    A Volta a Portugal terá, este ano, mais horas de transmissão em directo na RTP1, com a dupla de comentadores João Pedro Mendonça e o ex-ciclista Marco Chagas. A prova começa na quinta-feira e termina a 8 de Agosto, sendo que a estação pública aposta no evento para refrescar a grelha de Verão.

    A seguir ao "Jornal da Tarde", a RTP1 tem o programa de informação "Há Volta", para apresentar as localidades que recebem os ciclistas. Os directos começam depois das 15 horas e prolongam-se até às 17, sendo que no dia da etapa rainha, a subida à Torre, na Serra da Estrela, a emissão tem mais meia hora. Em horário nobre, depois do "Telejornal", será transmitido o "Diário da Volta".

    A edição deste ano regressa com os comentários do pentacampeão Marco Chagas: "Adoro este trabalho e fico satisfeito de estar de volta."

    Autor: LUÍSA CASTANHEIRO
    Data: Terca-Feira, 27 de Julho de 2004 00:33:00
     
  22. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    Cycling - Jose Azevedo will not be going to the Olympics, his exhausted and also got a cold
    four of five of this cyclists will be in the Olympics, Portugal qualify with 4

    Pedro Lopes, Cândido Barbosa, Nuno Ribeiro e Sérgio Paulinho (todos do LA Pecol) e Gonçalo Amorim (Milaneza/Maia). all of this cyclists are in the Tour of Portugal starting twomorrow


    RENÚNCIA DE AZEVEDO AOS JO "TRAI" CONTAS AO SELECCIONADOR
    José Poeira: «Não estava à espera»

    O seleccionador nacional, José Poeira, diz que "não estava à espera" da renúncia de José Azevedo aos Jogos Olímpicos de Atenas. O corredor da US Postal já contactou o técnico, informando-o que não está em condições, devido à gripe que o atingiu já na parte final do Tour. "Ele está a tomar antibióticos, vai certamente ficar uns dias sem treinar e depois já não terá tempo de se preparar. Paciência", sublinhou Poeira, para quem Azevedo era, pois, a única certeza para os Jogos Olímpicos.

    José Poeira vai agora estudar quem melhor substituirá o vilacondense em Atenas, sendo que os quatro ciclistas que vão participar nos Jogos deverão ser conhecidos até segunda-feira o mais tardar, uma vez que o técnico viaja nesse dia para a Eslovénia, onde vai decorrer o Europeu de Sub-23. Recorde-se que estão pré-convocados seis ciclistas, sendo que um deles, Azevedo, está descartado. As outras opções estão todas na Volta a Portugal e são as seguintes: Pedro Lopes, Cândido Barbosa, Nuno Ribeiro e Sérgio Paulinho (todos do LA Pecol) e Gonçalo Amorim (Milaneza/Maia). Um deles vai, pois, ficar de fora.

    Data: Quinta-Feira, 29 de Julho de 2004 00:51:00
     
  23. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    Nuno Ribeiro 25, will be the first to ride in the yellow jersey, last year winner again one of the favorites,
    at the end of the article they ask if would join the US Postal if it was ask

    ENTREVISTA AO VENCEDOR DA ÚLTIMA EDIÇÃO DA VOLTA
    Volta a Portugal: Nuno Ribeiro:«A Volta começa a ganhar-se no primeiro dia»
    O vencedor "surpresa" da última Volta adopta um discurso duplamente cuidadoso e confiante. Diz que acredita nas capaci-dades de uma equipa renovada e promete estar atento a todas as oportuni-dades

    RECORD – Ao contrário do ano passado, os adversários estarão a contar com um Nuno Ribeiro claramente candidato à vitória. Espera maior marcação?
    NUNO RIBEIRO – No ano passado não contavam que ganhasse, embora percebendo que estava bem. Acredito que vai ser completamente diferente, quanto mais não seja porque não há duas corridas iguais, mas se voltar a fazer o meu trabalho, de nada adiantará ser mais ou menos marcado.

    RECORD – O facto de ser o vencedor em título representa um acréscimo de pressão?
    NUNO RIBEIRO – Não penso na pressão, nem tão-pouco perco o sono. Ainda não chegou a altura certa. Pensarei no que pode acontecer quando a corrida começar e nos momentos mais importantes. Estou de consciência tranquila.

    RECORD – Como avalia o actual momento de forma relativamente a 2003?
    NUNO RIBEIRO – Estou no melhor momento de forma da época. Pode acontecer algum percalço, mas à partida as condições são tão favoráveis como o ano passado. Não tenho lesões e sinto-me preparado para fazer o melhor possível. Espero que seja a vitória.

    RECORD – Que tipo de preparação efectuou nas semanas mais recentes?
    NUNO RIBEIRO – Estive concentrado com a equipa em Torres Vedras e de seguida treinei cerca de uma semana e meia com o Cândido [Barbosa] na região do Porto. Há alguns anos que preparamos a Volta em conjunto.

    RECORD – A concorrência está forte?
    NUNO RIBEIRO – Já conhecemos o valor da Maia e a maioria das equipas portuguesas terá um ou dois ciclistas em posição de discutir a corrida, casos do [David] Plaza, no Paredes, ou do Nélson Vitorino e o Joaquim Andrade, no Tavira. As equipas estrangeiras, em função dos nomes que apresentam, também devem partir com algumas intenções.

    RECORD – Como chefe-de-fila espera a "protecção" incondicional da equipa ou haverá corredores a ter maior liberdade de movimentos?
    NUNO RIBEIRO – Depende das situações da corrida. Sou o chefe-de-fila mas compreendo, como profissional, que se outros corredores estiverem em melhor condição não poderei dizer-lhes que fiquem comigo. É normal que mais um ou dois ciclistas estejam na expectativa e, além do David e do Sérgio, o Cândido também pode aspirar aos primeiros lugares.

    RECORD – Considera o percurso da Volta mais ou menos selectivo em relação a 2003?
    NUNO RIBEIRO – Penso que é um pouco mais difícil, já que as etapas globalmente são mais selectivas. A vitória continuará a decidir-se na Senhora da Graça, na Torre e no contra-relógio, mas as etapas iniciais, nomeadamente a primeira, poderão ser perigosas, havendo uma fuga em que ninguém queira assumir a perseguição.

    RECORD – Ainda assim, este ano a Senhora da Graça surge antes da Torre e esta a apenas três dias do fim.
    NUNO RIBEIRO – A Volta começa a ganhar-se no primeiro dia. Há que estar sempre atento, porque vai haver algum “stress”, e tentar aproveitar todas as oportunidades que possam surgir. A minha vontade seria atacar a corrida logo na Senhora da Graça.

    «Confio na equipa a 200 por cento»

    RECORD – Da equipa de 2003 a LA Pecol "perde" Orlando Rodrigues, Bruno Castanheira e Andrei Zintchenko. "Perde" ou "ganha" em 2004 com uma linha renovada de jovens?
    NUNO RIBEIRO – Uma e outra têm as suas qualidades, mas é certo que são equipas distintas. Em 2003 era um conjunto experiente e isso na Volta a Portugal conta muito. Se até esta fase da época, com corredores jovens, temos resultados equivalentes ou superiores ao ano passado, na Volta teremos de enfrentar 10 dias de prova e, nestas situações, é preciso saber mais de ciclismo e pensar mais em cima da bicicleta.

    RECORD – Confia tanto neste grupo de corredores como no outro?
    NUNO RIBEIRO – Confio a 200 por cento nesta equipa, tal como confiava na outra.

    «Fico contente por Azevedo»

    RECORD – Em caso de nova vitória na Volta, será chegado o momento de dar o salto para uma equipa estrangeira e realizar o sonho de correr o Tour?
    NUNO RIBEIRO – Se aparecer uma oportunidade, terei de ponderar, equipa e projecto.

    RECORD - E se José Azevedo lhe apresentasse um convite da US Postal?
    NUNO RIBEIRO – [Risos] Não creio que o José Azevedo decida as contratações da US Postal, mas pode ter uma palavra a dizer. Se lhe pedirem a opinião, quem sabe? É um grande corredor e fico contente pelo que fez no Tour.

    Autor: VÍTOR ALMEIDA GONÇALVES
    Data: Quinta-Feira, 29 de Julho de 2004 01:27:00

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  24. Frank Cunha

    Frank Cunha New Member

    Sep 17, 2001
    UNION TOWNSHIP, NJ
    these year tour one of the smallest ever with 10 days

    the longest was in 1959, when Benfica, Sporting and Porto where the rival teams, 23 days, 28 stages, longest then this year Tour of France

    CORRE ALVES BARBOSA
    Histórias de Voltas

    A Volta a Portugal de 2004 começa hoje, apresentando-se como a mais pequena e de menor número de etapas da História da maior e mais prestigiada festa do ciclismo português. Se não me enganei nas contas, estamos perante uma prova com dez etapas e um percurso de 1.506 quilómetros.

    Passando uma vista de olhos pela lista de Voltas anteriores, reparamos que a edição cujos dados mais se aproximam é a de 1982 (no período dos amadores), com: 15 etapas e 1.595 km. Como curiosidade registe-se que a 1ª Volta a Portugal (1927) teve 18 etapas e um total de 1.965 quilómetros.

    Desde o início da década de 30 até aos anos 70, os dados médios da prova situaram-se nos 15 dias de duração e 2.500 km de percurso. Este é o figurino que eu ainda hoje preconizo para a nossa festa do ciclismo.

    Para terminar, a maior Volta de sempre foi em 1958: 23 dias, com 28 etapas e 3.361 km!

    Autor: ALVES BARBOSA
    Data: Quinta-Feira, 29 de Julho de 2004 01:33:00
     

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