Mengão86
13 May 2006, 11:35 PM
Gang attacks on Brazilian police leave 30 dead
Saturday, May 13, 2006; Posted: 9:41 p.m. EDT (01:41 GMT)
SAO PAULO, Brazil (Reuters) -- Overnight gang attacks on Brazilian police in Sao Paulo left 30 people dead by Saturday morning, and in a related occurrence the number of prison rebellions is growing in the worst outbreak of violence in the state in years.
"This attack is an attempt to show force and principally to mess with the sense of safety among the population," Saulo de Abreu, the secretary of security of Sao Paulo state, said. "The police will not retreat from these attacks."
He said 16 people had been arrested for alleged participation in the attacks. (Watch why the gangs and police are fighting -- 1:52)
A spokesman at the secretariat said the roughly 12 hours of attacks with machine guns and grenades were believed to be related to a transfer in the jails of organized crime leaders of the First Command of the Capital gang, known as the PCC in Portuguese.
The gang leaders were being transferred in an attempt to head off a coordinated rebellion in the Sao Paulo state prison system planned for Mothers Day weekend.
Two prison rebellions in the cities of Iaras and Avare broke out on Friday in Sao Paulo state with over 25 hostages between them, the secretariat of penitentiary administration said. They are ongoing.
The secretariat said there were also signs that rebellions were breaking out in 20 other prisons across the state, including Araraquara and Ribeirao Preto, but it was waiting for more details.
"Evidently these rebellions are occurring as a response from the criminals," Secretary of Penitentiary Administration Nagashi Furukawa said. The secretariat said prisoners had made no demands at this moment.
In February of 2001, 29 prisons in the state of Sao Paulo simultaneously broke out into revolt, leaving 19 dead.
Officials said there were 55 separate attacks on police, firemen, penitentiary staff and their families since Friday evening and several other potentially related incidences of violence in the state were being investigated.
By midday Saturday, 16 police, three civil guards, four off-duty penitentiary agents, two civilians and five bandits had been killed in the attacks. The state secretary of security had said earlier on Saturday that 32 people were wounded in the shootouts.
Local TV footage showed scenes of shattered glass, bullet-hole-riddled police cars and stations with puddles of blood in seats and on the pavement.
Copyright 2006 Reuters. All rights reserved.This material may not be published, broadcast, rewritten, or redistributed.
http://www.cnn.com/2006/WORLD/americas/05/13/brazil.attacks.reut/index.html
And breaking news. The attacks just started again. Sorry for those who can't read Portuguese..
Criminosos fazem novos ataques em São Paulo
Sábado, 13 de maio de 2006, 23h25
A série de ataques criminosos a bases policiais que teve início na sexta-feira já deixou 32 mortos em todo o Estado de São Paulo. Só no início da noite de sábado, foram realizadas sete ataques. O último aconteceu na zona leste de São Paulo. Um policial à paisana foi baleado na cabeça e não resistiu.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, foram mortos policiais militares, policiais civis, guardas municipais, agentes penitenciários e dois civis - um deles a namorada de um policial que estava de folga.
A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) é a principal suspeita dos ataques. Em todo o Estado de São Paulo, também há rebeliões em 18 presídios. A situação fez com que o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, colocasse a Polícia Federal à disposição para colaborar com o governo paulista.
A ação teria sido motivada pela transferência de líderes do PCC para a cadeia de segurança máxima de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. A polícia já prendeu 17 suspeitos pelos ataques.
Ataques
Em todo o Estado, já foram realizados 64 ataques. Só na capital, foram 32. Também foram feitas ações criminosas em Guarulhos (3), Santo André, Jandira, Jundiaí, Guarujá (2), Cubatão, Araras, Campo Limpo Paulista, Itapira, Mogi Mirim, Ourinhos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D'Oeste e Várzea Paulista.
Os ataques começaram por volta das 21h desta sexta. Um policial civil foi morto no Itaim Bibi (zona sul). Também na zona sul da capital, um carcereiro foi morto a tiros quando saía da casa da namorada, na região do 85º DP no Jardim Mirna. Na Capela do Socorro, um escrivão e um policial foram assassinados em duas ações diferentes. Na região de Guaianases, na zona leste da cidade, um ataque matou outro policial civil.
Em Jandira, na Grande São Paulo, dois guardas foram mortos após serem atacados durante a patrulha, por volta das 22h30 de sexta. Também foram registrados ataques a carros da Guarda Civil Metropolitana em Barueri, Cotia e Itapevi.
Já o PM morto foi atacado enquanto realizava uma patrulha em Osasco, na região metropolitana da capital. No fim da noite de sexta, dois bombeiros foram baleados nos arredores da estação da Luz, no centro da cidade. Um morreu, e o outro foi encaminhado ao Hospital das Clínicas.
No litoral paulista, pelo menos dois ataques foram registrados. Em Cubatão, uma carcereira e um agente penitenciário ficaram feridos após o ataque a uma delegacia. Três bandidos foram presos. No Guarujá, uma bomba foi detonada perto de outra delegacia, mas ninguém ficou ferido.
Em Mogi Mirim, homens armados abriram fogo contra uma base comunitária da Polícia Militar, mas nenhum oficial saiu ferido.
No final do ano passado, três bases da polícia também foram atacadas em São Paulo, em uma ação orientada pela facção criminosa PCC. A ação se repetiu em janeiro, quando a base da PM no Portal do Morumbi foi alvo de criminosos.
Saturday, May 13, 2006; Posted: 9:41 p.m. EDT (01:41 GMT)
SAO PAULO, Brazil (Reuters) -- Overnight gang attacks on Brazilian police in Sao Paulo left 30 people dead by Saturday morning, and in a related occurrence the number of prison rebellions is growing in the worst outbreak of violence in the state in years.
"This attack is an attempt to show force and principally to mess with the sense of safety among the population," Saulo de Abreu, the secretary of security of Sao Paulo state, said. "The police will not retreat from these attacks."
He said 16 people had been arrested for alleged participation in the attacks. (Watch why the gangs and police are fighting -- 1:52)
A spokesman at the secretariat said the roughly 12 hours of attacks with machine guns and grenades were believed to be related to a transfer in the jails of organized crime leaders of the First Command of the Capital gang, known as the PCC in Portuguese.
The gang leaders were being transferred in an attempt to head off a coordinated rebellion in the Sao Paulo state prison system planned for Mothers Day weekend.
Two prison rebellions in the cities of Iaras and Avare broke out on Friday in Sao Paulo state with over 25 hostages between them, the secretariat of penitentiary administration said. They are ongoing.
The secretariat said there were also signs that rebellions were breaking out in 20 other prisons across the state, including Araraquara and Ribeirao Preto, but it was waiting for more details.
"Evidently these rebellions are occurring as a response from the criminals," Secretary of Penitentiary Administration Nagashi Furukawa said. The secretariat said prisoners had made no demands at this moment.
In February of 2001, 29 prisons in the state of Sao Paulo simultaneously broke out into revolt, leaving 19 dead.
Officials said there were 55 separate attacks on police, firemen, penitentiary staff and their families since Friday evening and several other potentially related incidences of violence in the state were being investigated.
By midday Saturday, 16 police, three civil guards, four off-duty penitentiary agents, two civilians and five bandits had been killed in the attacks. The state secretary of security had said earlier on Saturday that 32 people were wounded in the shootouts.
Local TV footage showed scenes of shattered glass, bullet-hole-riddled police cars and stations with puddles of blood in seats and on the pavement.
Copyright 2006 Reuters. All rights reserved.This material may not be published, broadcast, rewritten, or redistributed.
http://www.cnn.com/2006/WORLD/americas/05/13/brazil.attacks.reut/index.html
And breaking news. The attacks just started again. Sorry for those who can't read Portuguese..
Criminosos fazem novos ataques em São Paulo
Sábado, 13 de maio de 2006, 23h25
A série de ataques criminosos a bases policiais que teve início na sexta-feira já deixou 32 mortos em todo o Estado de São Paulo. Só no início da noite de sábado, foram realizadas sete ataques. O último aconteceu na zona leste de São Paulo. Um policial à paisana foi baleado na cabeça e não resistiu.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, foram mortos policiais militares, policiais civis, guardas municipais, agentes penitenciários e dois civis - um deles a namorada de um policial que estava de folga.
A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) é a principal suspeita dos ataques. Em todo o Estado de São Paulo, também há rebeliões em 18 presídios. A situação fez com que o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, colocasse a Polícia Federal à disposição para colaborar com o governo paulista.
A ação teria sido motivada pela transferência de líderes do PCC para a cadeia de segurança máxima de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. A polícia já prendeu 17 suspeitos pelos ataques.
Ataques
Em todo o Estado, já foram realizados 64 ataques. Só na capital, foram 32. Também foram feitas ações criminosas em Guarulhos (3), Santo André, Jandira, Jundiaí, Guarujá (2), Cubatão, Araras, Campo Limpo Paulista, Itapira, Mogi Mirim, Ourinhos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D'Oeste e Várzea Paulista.
Os ataques começaram por volta das 21h desta sexta. Um policial civil foi morto no Itaim Bibi (zona sul). Também na zona sul da capital, um carcereiro foi morto a tiros quando saía da casa da namorada, na região do 85º DP no Jardim Mirna. Na Capela do Socorro, um escrivão e um policial foram assassinados em duas ações diferentes. Na região de Guaianases, na zona leste da cidade, um ataque matou outro policial civil.
Em Jandira, na Grande São Paulo, dois guardas foram mortos após serem atacados durante a patrulha, por volta das 22h30 de sexta. Também foram registrados ataques a carros da Guarda Civil Metropolitana em Barueri, Cotia e Itapevi.
Já o PM morto foi atacado enquanto realizava uma patrulha em Osasco, na região metropolitana da capital. No fim da noite de sexta, dois bombeiros foram baleados nos arredores da estação da Luz, no centro da cidade. Um morreu, e o outro foi encaminhado ao Hospital das Clínicas.
No litoral paulista, pelo menos dois ataques foram registrados. Em Cubatão, uma carcereira e um agente penitenciário ficaram feridos após o ataque a uma delegacia. Três bandidos foram presos. No Guarujá, uma bomba foi detonada perto de outra delegacia, mas ninguém ficou ferido.
Em Mogi Mirim, homens armados abriram fogo contra uma base comunitária da Polícia Militar, mas nenhum oficial saiu ferido.
No final do ano passado, três bases da polícia também foram atacadas em São Paulo, em uma ação orientada pela facção criminosa PCC. A ação se repetiu em janeiro, quando a base da PM no Portal do Morumbi foi alvo de criminosos.