Brazil_1500
27 Mar 2004, 12:17 AM
http://oglobo.globo.com/fotos/040326_capa_ciclone_02_b.jpg
Um furacão de categoria 1 se formou a cerca de 442 km da costa sul do Brasil, surpreendendo meteorologistas - que nunca viram a ocorrência de tal fenômeno na região. De acordo com o jornal Miami Herald, o furacão tem ventos de entre 119 km/h e 152 km/h e, aparentemente, estaria se aproximando da costa. O fenômeno pode atingir o Brasil em três dias.
Imagens de satélite mostram o furacão, que ainda não tem nome, na região do litoral do Estado de Santa Catarina. Furacões são comuns em certas épocas do ano, especialmente no verão - mas só no hemisfério norte.
"Aparentemente, é nosso primeiro furacão do Atlântico Sul em toda a história, pelo menos o primeiro que nós já vimos", disse ao Herald Jack Beven, um meteorologista do centro de estudo de furacões em Miami. "Nós sabemos que nunca houve um furacão naquela região, pelo menos desde o início do monitoramento do clima com o uso de satélites, na metade dos anos 60, no mínimo".
"Estamos todos meio que com a pulga atrás da orelha aqui. Não temos exatamente o equipamento que precisamos para analisar essa área", disse Beven. Mas, segundo Odete Marlene Chiesa, do Instituto Nacional de Meteorologia em Brasília, os Estados Unidos já estão ajudando o Brasil, fornecendo informações atualizadas sobre o fenômeno. "Já estamos vendo o monitoramento deles, inclusive a posição exata desse centro de baixa pressão ou furacão. Já estamos em contato e monitorando o monitoramento dos Estados Unidos", afirmou.
"Estamos ainda debatendo se é ou não um furacão (mas), de acordo com nossas estimativas, com certeza é", declarou Wally Barnes, meteorologista do Instituto Nacional de Furacões dos Estados Unidos, com sede em Miami. "A área de impacto (em terra) é uma área possivelmente muito rasa, de pouca elevação. Por isso, ela tem muito potencial de inundação e, obviamente, de muitos estragos, de forma que estamos muito preocupados".
"A característica, pela foto de satélite, é de furacão, porque tem um olho bem definido, a circulação circular, está totalmente desprendido da frente fria", conclui Odete.
Um furacão de categoria 1 se formou a cerca de 442 km da costa sul do Brasil, surpreendendo meteorologistas - que nunca viram a ocorrência de tal fenômeno na região. De acordo com o jornal Miami Herald, o furacão tem ventos de entre 119 km/h e 152 km/h e, aparentemente, estaria se aproximando da costa. O fenômeno pode atingir o Brasil em três dias.
Imagens de satélite mostram o furacão, que ainda não tem nome, na região do litoral do Estado de Santa Catarina. Furacões são comuns em certas épocas do ano, especialmente no verão - mas só no hemisfério norte.
"Aparentemente, é nosso primeiro furacão do Atlântico Sul em toda a história, pelo menos o primeiro que nós já vimos", disse ao Herald Jack Beven, um meteorologista do centro de estudo de furacões em Miami. "Nós sabemos que nunca houve um furacão naquela região, pelo menos desde o início do monitoramento do clima com o uso de satélites, na metade dos anos 60, no mínimo".
"Estamos todos meio que com a pulga atrás da orelha aqui. Não temos exatamente o equipamento que precisamos para analisar essa área", disse Beven. Mas, segundo Odete Marlene Chiesa, do Instituto Nacional de Meteorologia em Brasília, os Estados Unidos já estão ajudando o Brasil, fornecendo informações atualizadas sobre o fenômeno. "Já estamos vendo o monitoramento deles, inclusive a posição exata desse centro de baixa pressão ou furacão. Já estamos em contato e monitorando o monitoramento dos Estados Unidos", afirmou.
"Estamos ainda debatendo se é ou não um furacão (mas), de acordo com nossas estimativas, com certeza é", declarou Wally Barnes, meteorologista do Instituto Nacional de Furacões dos Estados Unidos, com sede em Miami. "A área de impacto (em terra) é uma área possivelmente muito rasa, de pouca elevação. Por isso, ela tem muito potencial de inundação e, obviamente, de muitos estragos, de forma que estamos muito preocupados".
"A característica, pela foto de satélite, é de furacão, porque tem um olho bem definido, a circulação circular, está totalmente desprendido da frente fria", conclui Odete.